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Comercialização de ostras e mariscos de cidades do litoral catarinense, permanecem proibidos

Litoral foi interditado de forma preventiva. Desde então, acontecem liberações das áreas não contaminadas, restando apenas Penha, Balneário Camboriú e Bombinhas.

b959f3af2a88379bb9e4300c3ff8964a.jpg Foto: Divulgação/Epagri

As áreas de cultivo de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões das localidades de Praia Alegre, Armação do Itapocorói, Canto da Praia, Zimbros e Canto Grande – nos municípios de Penha, Balneário Camboriú e Bombinhas, permanecem interditadas pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, devido à presença de toxina paralisante. 

Nessas áreas está proibida retirada, comercialização e consumo destes animais e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia. O resto do litoral de Santa Catarina está totalmente livre da toxina e está liberado o consumo e coleta de ostras e mariscos. Desde o dia 19 de outubro, é feito um monitoramento de presenças de toxina paralisante (PSP) nos cultivos catarinenses.

 A Cidasc, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina continua com as coletas para monitoramento das áreas de produção desses frutos-do-mar. Os resultados das análises definirão a liberação ou a manutenção da interdição das áreas afastadas.

 



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