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Número de focos do mosquito Aedes aegypti aumenta no território catarinense

Diante do risco de epidemias das doenças transmitidas pelo mosquito – dengue, zika e chikungunya, especialmente durante o Verão, estão sendo intensificadas as ações de prevenção e controle do Aedes aegypti em todo o território catarinense.

0066d9e3e0ef01186be606db7d30c75b.jpg Foto: Divulgação

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta para o número de focos do Aedes aegypti que, entre os dias 31 de dezembro de 2017 e 3 de fevereiro de 2018, apresentou um crescimento de 71,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Foram identificados 2.073 focos do mosquito em 91 municípios. Destes, 64 já são considerados infestados, o que representa um aumento de 20,7% em relação ao mesmo período de 2017, quando Santa Catarina registou 53 municípios nessa condição. A definição de infestação é realizada de acordo com a disseminação e manutenção dos focos.

Diante do risco de epidemias das doenças transmitidas pelo mosquito – dengue, zika e chikungunya, especialmente durante o Verão, estão sendo intensificadas as ações de prevenção e controle do Aedes aegypti em todo o território catarinense. Destaque para as reuniões mensais da Sala Estadual de Situação, a supervisão e assessoria aos municípios e distribuição de material informativo para ações de educação em saúde.

“As condições climáticas contribuem para o aumento do número de focos no Verão. Combinações de chuvas e altas temperaturas propiciam a proliferação do mosquito”, observa João Augusto Fuck, da Gerência de Vigilância de Zoonoses e Entomologia da DIVE.”Entretanto, a prevenção é responsabilidade de todos, uma vez que locais com água parada são perfeitos para reprodução do mosquito”, complementa Fuck.



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